11/09/2017 // Artigos

Como criar uma identidade visual sem desrespeitar as regras do Conselho Federal de Medicina?

SETEMBRO POST 1

No contexto médico, a identidade visual é o conjunto de símbolos, tipografia e cores que compõem o logotipo, cartões, material de receituário, placas de sinalização e até mesmo o jaleco e uniforme dos funcionários.

Após planejados e criados formalmente, esses elementos vão moldar a imagem que o profissional deseja passar a seus pacientes. Acompanhe as próximas informações e conheça os critérios do Conselho Federal de Medicina para criação de identidade visual:

1- Cores

O CFM permite variações de tons escuros e/ou vívidos e cores claras e/ou neutras. Isso significa que o médico tem a liberdade de escolher as cores de sua identidade visual, desde que considere o equilíbrio cromático e o efeito psicológico das cores.

Um médico pediatra, por exemplo, pode priorizar cores vivas e alegres para criar uma atmosfera lúdica e divertida. Já um médico geriatra deve investir em cores neutras e calmas, visando passar a sensação de seriedade e segurança.

Depois de definir a cartela de cores, é imprescindível aplicá-la em todos os aspectos visuais da comunicação e, também, na arquitetura do consultório, incluindo móveis, paredes e revestimentos.

2- Tipografia

A escolha das fontes (tipo de letra) deve ser feita com base na legibilidade, isto é, na facilidade de leitura. Embora o CFM não estabeleça fontes específicas para textos, o manual de publicidade médica é claro em dizer que “os dados essenciais do profissional devem obedecer criteriosamente o princípio da integridade e consistência visual, evitando alterações ou interferências que gerem visualização e/ou compreensão inadequadas”.

Assim sendo, as fontes mais indicadas para a identidade visual de um médico são aquelas com padrão reto ou semi-arredondado e que não apresentam traços muito cursivos ou artísticos.

Outro aspecto importante refere-se ao contraste do texto em relação às cores de fundo. Em planos claros e neutros, por exemplo, as letras devem ser pretas para permitir uma leitura fluida e confortável aos olhos. Em fundos escuros, porém, é necessário trabalhar com a versão em negativo do texto.

3- Imagens

O CFM proíbe a veiculação de fotos de pacientes em qualquer material visual com propósito publicitário. Isso significa que as fotografias descritivas do site, blog e posts de Facebook só podem ser coletadas em bancos profissionais de imagem, e jamais devem apresentar qualquer demonstração de resultados ou conteúdos “sensacionalistas”.

Entende-se por sensacionalismo a utilização de imagens persuasivas ou enganosas que induzam expectativas irreais de resultados, bem como a publicação de fotografias ou informações que possam causar pânico, medo ou intranquilidade às pessoas.

4- Dados

Qualquer material impresso que será utilizado em consultório deverá apresentar o nome do médico, sua especialidade ou área de atuação e CRM Local.

É necessário que estes dados sejam inseridos em um retângulo de fundo branco, contornado por uma moldura interna, em letras pretas ou de cor contrastante que permita uma boa leitura. E mais: a fonte precisa ter dimensão igual ou superior a 35% do tamanho do maior elemento visual da peça.

É pertinente ressaltar, por fim, que uma identidade visual de alto padrão e completamente fiel à regras do Conselho Federal de Medicina só pode ser arquitetada por uma agência especializada em projetos de marketing médico.

A In Company, além da área médica, atua também na área da saúde em geral, como: estúdios de yoga e pilates, academias, coaches de saúde fitness, além de atender profissionais como fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos, entre outros.  Para mais informações, entre em contato conosco!

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Alexandre Teixeira é Sócio Diretor da In Company Projetos Customizados de Marketing atuando de forma ampla nas áreas Jurídica, Médica/Saúde em geral e Empresarial além de projetos de Marketing Digital.

 alexandre@incompanypr.com.br

 

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